Investor Pass — turismo
Residência permanente a partir de aproximadamente US$ 150 mil em investimento no setor de turismo.
Serviço 02
O Paraguai oferece residência por investimento e um ambiente de baixa tributação. A Bloom Capital estrutura o investimento conectado à sua estratégia fiscal — porque residência migratória não é o mesmo que residência fiscal.
Contexto
O Paraguai se tornou um destino relevante para investidores brasileiros por uma combinação de fatores: tributação territorial, o modelo "Triple 10%" com impostos limitados a 10%, custo de vida acessível e um caminho institucional para residência por meio de investimento.
O país oferece, entre outras vias, o Investor Pass, que concede residência permanente a partir de aproximadamente US$ 150 mil em investimento de turismo ou US$ 200 mil em imóveis ou ações, além da possibilidade de residência pela abertura de empresa. Para quem planeja uma mudança patrimonial, investir no Paraguai pode cumprir dois papéis ao mesmo tempo: alocar capital em um ambiente de baixa tributação e construir a base migratória e de substância que uma estratégia fiscal exige.
A Bloom Capital estrutura esse investimento não como um fim isolado, mas como parte de um plano — porque investir sem conectar à estratégia fiscal deixa valor na mesa e pode não produzir o efeito tributário desejado.
Em resumo
Vias de residência
Os requisitos exatos dependem da via escolhida e do objetivo do cliente. A Bloom indica o caminho adequado no diagnóstico.
Residência permanente a partir de aproximadamente US$ 150 mil em investimento no setor de turismo.
Residência permanente a partir de aproximadamente US$ 200 mil em imóveis ou participação acionária.
Via de residência para quem vai efetivamente operar no país, com estrutura societária local.
O erro mais caro
Obter residência por investimento no Paraguai resolve a parte migratória — o direito de morar no país. Mas isso não muda, sozinho, a sua residência fiscal. São duas coisas distintas, e confundi-las é um erro caro.
Muitos brasileiros acreditam que, ao conseguir a residência paraguaia por investimento, deixam automaticamente de ser residentes fiscais no Brasil. Não é assim. A residência migratória dá o direito de viver no país; a residência fiscal, que determina onde a renda é tributada, depende de outros requisitos — presença, domicílio e, do lado brasileiro, a formalização da saída definitiva.
A residência fiscal paraguaia exige inclusive a obtenção do RUC, o número de identificação fiscal local. Segundo a Receita Federal, enquanto a saída não é formalizada e não há substância, o contribuinte segue sendo tributado como residente no Brasil. A Bloom conecta as duas dimensões: usa o investimento no Paraguai para dar base à mudança e alinha isso com a saída fiscal, para que o efeito tributário seja real e não apenas presumido.
Dá o direito de morar no país. Obtida por investimento ou abertura de empresa, com requisitos próprios de cada via.
Determina onde sua renda é tributada. Depende de presença, domicílio e do RUC no Paraguai — e da saída formal no Brasil.
A CSDP junto à Receita Federal e a substância real da mudança. Sem isso, o efeito tributário é apenas presumido.
Processo
A Bloom analisa o objetivo do cliente, indica a via de investimento adequada — Investor Pass ou empresa — e conecta esse passo à saída fiscal e à eventual estrutura offshore, para que o investimento cumpra também sua função estratégica.
Investir no Paraguai pode ter motivações diferentes: obter residência, alocar capital, criar substância para a mudança fiscal ou tudo isso junto. A Bloom parte do diagnóstico para entender o que o cliente busca e desenhar o caminho — o tipo de investimento, o valor, a via migratória e a integração com o restante do plano.
O objetivo é que cada real investido trabalhe em favor da estratégia completa, e não como uma peça solta. Assim, o investimento no Paraguai deixa de ser apenas uma aplicação e passa a ser um alicerce do planejamento patrimonial internacional.
Obter residência, alocar capital, criar substância — ou tudo junto. O objetivo define a via.
Investor Pass ou abertura de empresa, conforme o valor, o tipo de investimento e o plano de vida no país.
Condução do processo migratório e dos registros locais, incluindo o RUC quando aplicável.
Conexão com a saída fiscal e com a eventual estrutura offshore, para que o efeito tributário seja real.
Investir no Paraguai pode cumprir duas funções distintas, e confundi-las gera problema depois. A primeira é econômica: alocar capital em um mercado e uma moeda diferentes, buscando retorno ou diversificação. A segunda é de substância: o investimento local passa a fazer parte da demonstração de que o centro de interesses econômicos do titular efetivamente se deslocou. As duas são legítimas, mas exigem estruturação diferente e produzem efeitos diferentes numa eventual análise da Receita Federal. Um aporte feito à distância, sem qualquer vínculo operacional com o país, demonstra propriedade de ativo estrangeiro — o que é perfeitamente regular, mas não comprova mudança de vida. Já um investimento acompanhado de presença, decisão tomada localmente e integração à atividade econômica do país conta uma história diferente. Enquanto o titular for residente fiscal brasileiro, o ativo gera obrigações declaratórias no Brasil, incluindo a informação no imposto de renda.
O país oferece vias como o Investor Pass, que concede residência permanente a partir de cerca de US$ 150 mil (turismo) ou US$ 200 mil (imóveis ou ações), além da residência pela abertura de empresa. Os requisitos exatos dependem da via escolhida.
Não automaticamente. O investimento pode dar residência migratória, mas a isenção depende de encerrar a residência fiscal no Brasil, com substância real e comunicação à Receita. A Bloom conecta as duas coisas para produzir o efeito fiscal.
A migratória dá o direito de morar no país; a fiscal determina onde sua renda é tributada. Ter documento paraguaio não significa que a Receita brasileira o tratará como não residente — isso exige a saída fiscal formal e substância.
Depende do objetivo. A abertura de empresa é uma das vias de residência e pode fazer sentido para quem vai operar no país, mas há alternativas como o Investor Pass. A Bloom indica o caminho adequado no diagnóstico.
A Bloom estrutura a estratégia e a via de investimento conforme o objetivo do cliente, sempre com foco em conformidade. Decisões específicas de alocação consideram o perfil de cada caso e não substituem análise individualizada.
Quer investir no Paraguai de forma que o passo também sirva à sua estratégia fiscal? Fale com a Bloom Capital. Falar com um especialista no WhatsApp.
A Bloom define a via de investimento adequada e a conecta ao restante do plano — começando pelo diagnóstico de elegibilidade.