Recepção em Assunção
O cliente é recebido na chegada e acompanhado nos deslocamentos e nos órgãos.
Quem conduz
Sócios com 25 e 28 anos de mercado financeiro, que vivem no Paraguai e acompanham de perto cada processo.
Quem somos
A Bloom Capital é conduzida por sócios com 25 e 28 anos de atuação no mercado financeiro. A casa nasceu voltada a investimentos e ampliou o trabalho para a estruturação patrimonial internacional — saída fiscal, offshore e sucessão — à medida que os clientes passaram a precisar disso.
Essa origem explica o método. Quem vem do mercado de investimentos aprende a tratar patrimônio com processo: análise antes da decisão, registro do que foi feito e responsabilidade pelo resultado ao longo do tempo. É o oposto da lógica de quem vende um documento e encerra a relação.
A especialidade no Paraguai também não vem de manual. Os sócios vivem no país, conhecem a burocracia por dentro e acompanham presencialmente, em Assunção, as etapas que precisam ser feitas lá.
Em resumo
O diferencial
Porque boa parte do que dá errado em uma mudança de país não está na lei, e sim na prática: o órgão que pede um documento a mais, o prazo que não é o anunciado, a etapa que só anda com alguém presente.
Quem vive no país percorreu esse caminho pessoalmente e o repete com cada cliente. Em vez de consultar um procedimento, a equipe conduz um trajeto que já conhece — sabendo onde cada etapa costuma travar e como resolver antes que vire atraso.
Isso vale também para o que vem depois do documento: abrir conta, alugar ou comprar um imóvel, registrar-se como contribuinte, organizar a vida no destino. É essa parte que constrói a substância de uma mudança real.
O cliente é recebido na chegada e acompanhado nos deslocamentos e nos órgãos.
Protocolos migratórios e registros feitos presencialmente, com profissionais locais contratados.
Suporte à abertura de conta e à instalação no país.
Sócios
A Bloom assina seu conteúdo de forma institucional, como Equipe Bloom Capital. A condução dos casos, do diagnóstico à execução, é feita com participação direta dos sócios — os mesmos que respondem pelo que a casa publica.
Fundadora da Bloom Capital, com 28 anos de atuação no mercado financeiro.
Sócio da Bloom Capital, com 25 anos de atuação no mercado financeiro.
Princípios
O que define uma casa séria de planejamento internacional é tanto o que ela entrega quanto o que ela recusa entregar. Três recusas são públicas, e valem para qualquer cliente, de qualquer porte.
O trabalho é planejamento lícito, com resultado que depende do caso — nunca uma garantia.
Documento migratório não encerra residência fiscal. Sem mudança real, a Bloom não conduz.
Estruturas declaradas e transparentes. Ocultar patrimônio não é planejamento, é risco.
A Bloom Capital é uma casa de planejamento patrimonial internacional com sede em São Paulo e atuação em todo o Brasil. Conduz a jornada completa de internacionalização patrimonial — diagnóstico de elegibilidade, saída fiscal para o Paraguai ou para o Panamá, investimento no exterior, estruturação offshore e sucessão — na sequência tecnicamente correta. Foi fundada por sócios que somam 25 e 28 anos de atuação no mercado financeiro, e mantém acompanhamento presencial em Assunção para as etapas realizadas no Paraguai. Seu posicionamento parte de uma convicção: em tributação internacional, o que importa não é o que se declara, e sim o que se sustenta. Por isso a casa não promete ausência de imposto, não conduz mudança de residência sem substância real e trabalha apenas com estruturas declaradas, em conformidade com a legislação brasileira, incluindo a Lei 14.754/2023. O ponto de partida de qualquer caso é o diagnóstico de elegibilidade, que pode concluir que a estratégia pretendida não é recomendável.
A diferença está no que cada uma entrega e no que cada uma assume. Uma agência de residência cuida da parte migratória: obtém a autorização para morar no Paraguai e a cédula de identidade. É um serviço legítimo e necessário, mas que termina onde a questão tributária começa, porque documento migratório não altera a residência fiscal no Brasil. A Bloom trata a documentação como uma das etapas de um processo maior. Antes dela vem a análise de elegibilidade, que verifica se a mudança de centro de vida é possível no caso concreto. Durante, o planejamento do que precisa ser real e comprovável. Depois, a Comunicação e a Declaração de Saída Definitiva junto à Receita Federal, o ajuste das fontes pagadoras e, quando faz sentido, a estrutura de investimentos no exterior. O resultado esperado não é um documento: é uma condição fiscal que se sustenta se for examinada anos mais tarde.
O atendimento é conduzido com participação direta dos sócios, do diagnóstico inicial à execução. Nas etapas feitas no Paraguai, o cliente é acompanhado presencialmente em Assunção por profissionais locais que trabalham com a Bloom.
Os sócios vivem no país, e o acompanhamento das etapas locais é feito presencialmente em Assunção, com profissionais contratados para essa finalidade. O cliente é recebido na chegada, acompanhado nos órgãos e orientado no que vem depois dos documentos.
Sim. O atendimento é nacional e feito majoritariamente por videoconferência e telefone. Há páginas dedicadas às principais praças, mas clientes de qualquer cidade — e brasileiros que já vivem no exterior — são atendidos da mesma forma.
Porque as páginas e os artigos refletem a posição institucional da casa, e não a opinião individual de uma pessoa. As fontes legais de cada dado tributário são indicadas no próprio texto, para que possam ser verificadas.
Pelo WhatsApp ou pelo formulário do site. O formulário faz algumas perguntas iniciais para direcionar a conversa, e o primeiro passo é sempre o diagnóstico de elegibilidade, sem compromisso.
Quer conversar com quem vai conduzir o seu caso? Fale com a Bloom Capital. Falar com um especialista no WhatsApp.
O contato é feito pelo WhatsApp ou pelo formulário do site. A primeira conversa serve para entender o seu cenário e dar início ao diagnóstico de elegibilidade — sem compromisso e sem proposta pronta antes da análise.