Encaminhar para fora
Resolve a dúvida do cliente, mas costuma custar o relacionamento — e o controle sobre a qualidade do que será entregue.
Para assessores e escritórios
Um canal de encaminhamento para escritórios de investimento que querem atender demandas de estrutura internacional sem construir a operação — nem abrir mão da relação com o cliente.
Em resumo
O contexto
A demanda por estrutura internacional deixou de ser exceção — e chega ao escritório antes de chegar a qualquer outro lugar.
A Lei 14.754/2023 passou a tributar anualmente os lucros de offshore de residentes brasileiros. Somada à carga sobre pessoa física e jurídica, ela empurrou empresários e investidores a buscar alternativas fora do país.
Para um escritório de investimentos, isso cria uma situação desconfortável: o cliente traz a pergunta, e a resposta exige um repertório que não é o do dia a dia da carteira — direito tributário internacional, legislação migratória, estruturação societária, conformidade com a Receita Federal.
Resolve a dúvida do cliente, mas costuma custar o relacionamento — e o controle sobre a qualidade do que será entregue.
Exige equipe, presença local e responsabilidade técnica que raramente se pagam pelo volume de casos.
Existe um terceiro caminho: encaminhar a execução e manter a relação.
Divisão de escopo
A separação entre os dois lados é o que torna o encaminhamento viável para um escritório que vive da própria carteira.
Na prática
Por telefone, e-mail ou uma reunião conjunta com o cliente. Sem formulário nem processo burocrático.
Uma leitura técnica devolvida em até cinco dias úteis: o que é possível, em que ordem e com qual custo.
Com a presença que você quiser manter — alguns escritórios participam de todas as reuniões, outros acompanham por relatórios.
Em alguns casos a leitura é que a estratégia não se defende. Dizemos isso antes de qualquer contratação — encaminhar para uma estrutura que a Receita desmonta é pior do que não ter encaminhado.
A quem se destina
Assessorias que atendem empresários e investidores com patrimônio relevante.
Estruturas que já cuidam do patrimônio familiar e precisam do braço internacional.
Quem organiza patrimônio e encontra a demanda de internacionalização.
Profissionais que identificam a necessidade antes de qualquer outro.
Desde casos isolados até fluxo recorrente.
O escritório segue livre para atuar como preferir.
Acordada antes do primeiro encaminhamento, sem ambiguidade sobre remuneração, escopo ou titularidade.
A condição é definida caso a caso e formalizada por escrito antes do primeiro encaminhamento. O modelo varia conforme o envolvimento do escritório na condução — desde a apresentação do caso até a participação em todas as etapas. A Bloom apresenta a proposta de condição na primeira conversa.
Não. A Bloom atua no escopo de planejamento patrimonial internacional — saída fiscal, offshore, documentação e estruturação. A carteira de investimentos permanece com o escritório que encaminhou, e nenhuma oferta de produto financeiro parte da Bloom.
Não há volume mínimo nem exigência de exclusividade. Escritórios encaminham desde casos isolados até fluxo recorrente, e a condição acordada acompanha esse formato.
O contrato de prestação de serviço é firmado entre a Bloom e o cliente final, porque a responsabilidade técnica pela execução é da Bloom. O escritório que encaminhou não assume responsabilidade sobre o processo documental ou tributário.
A Bloom informa antes de qualquer contratação. Em planejamento internacional, parte relevante dos casos não se sustenta — por ausência de substância na mudança, por incompatibilidade com a atividade do cliente ou porque o custo não compensa o benefício. Dizer isso antes protege o escritório que encaminhou.
O diagnóstico de elegibilidade costuma ser devolvido em até cinco dias úteis após a conversa inicial, com a leitura técnica do caso e o desenho do que seria necessário.
Apresente o perfil do seu escritório e o tipo de demanda que aparece na sua base. A Bloom devolve uma proposta de condição por escrito, sem compromisso.